Você já deve ter ouvido falar da dieta sem glúten. Não tem a mínima ideia do porque cortar pra sempre essa proteína do cardápio? Nós respondemos suas dúvidas.
Segundo uma pesquisa recente, cerca de 30% dos adultos norte-americanos deseja riscar o glúten do menu. E por aqui, no Brasil, também não é diferente. A moda já conquistou as celebridades e vem ganhando cada vez mais adeptos. Mas, antes de tomar essa decisão, levantamos as informações mais importantes que você deve avaliar antes de adotar o método.
1. Quando a questão é saúde
“O corte do glúten é indicado principalmente para celíacos – portadores de uma doença autoimune hereditária que interfere intensamente no intestino delgado”, explica o gastroenterologista Silvio Gabor, de São Paulo. Mas também existem os alérgicos ou intolerantes a gliadina, uma proteína presente no trigo, na aveia, no centeio, na cevada, nos cereais utilizados na composição de alimento e bebidas industrializadas. A reação alérgica pode abranger sintomas na pele, nas vias respiratórias e até gastrointestinais.
“O corte do glúten é indicado principalmente para celíacos – portadores de uma doença autoimune hereditária que interfere intensamente no intestino delgado”, explica o gastroenterologista Silvio Gabor, de São Paulo. Mas também existem os alérgicos ou intolerantes a gliadina, uma proteína presente no trigo, na aveia, no centeio, na cevada, nos cereais utilizados na composição de alimento e bebidas industrializadas. A reação alérgica pode abranger sintomas na pele, nas vias respiratórias e até gastrointestinais.
2. Acho que sou alérgica. E agora?
Se você está perdendo peso, apresentando deficiência de ferro, anemia ou tem uma história familiar de doença celíaca, procure um médico antes de cortar a proteína. O gastroenterologista explica que as substituições de nutrientes são importantes. “Alimentos sem glúten também são menos propensos a serem enriquecidos com vitaminas. Além de excluir o glúten da dieta, o celíaco precisa fazer outras substituições, como comer mais alimentos integrais, feijão, nozes, sementes, frutas frescas e vegetais”. É importante também ficar atento aos rótulos. Um muffin sem glúten, por exemplo, geralmente contém menos fibras do que um feito de trigo e ainda contém os mesmos perigos nutricionais como gordura e açúcar.
Se você está perdendo peso, apresentando deficiência de ferro, anemia ou tem uma história familiar de doença celíaca, procure um médico antes de cortar a proteína. O gastroenterologista explica que as substituições de nutrientes são importantes. “Alimentos sem glúten também são menos propensos a serem enriquecidos com vitaminas. Além de excluir o glúten da dieta, o celíaco precisa fazer outras substituições, como comer mais alimentos integrais, feijão, nozes, sementes, frutas frescas e vegetais”. É importante também ficar atento aos rótulos. Um muffin sem glúten, por exemplo, geralmente contém menos fibras do que um feito de trigo e ainda contém os mesmos perigos nutricionais como gordura e açúcar.
2. E se eu quero emagrecer?
Apesar de muitos paradoxos na questão da perda de peso, alguns especialistas acreditam que a proteína pode causar uma sensibilidade que contribui para a obesidade. “Estudos recentíssimos mostram que o glúten favorece a permeabilidade intestinal, deixando que fragmentos não digeridos dessa proteína passem para a corrente sanguínea. Isso desencadeia uma resposta inflamatória, contribuindo para a obesidade e agravando-a, já que o próprio peso em excesso é uma doença inflamatória”, explica a nutricionista Gisela Savioli, de São Paulo, autora de Tudo Posso, Mas Nem Tudo Me Convém (Edições Loyola).
Apesar de muitos paradoxos na questão da perda de peso, alguns especialistas acreditam que a proteína pode causar uma sensibilidade que contribui para a obesidade. “Estudos recentíssimos mostram que o glúten favorece a permeabilidade intestinal, deixando que fragmentos não digeridos dessa proteína passem para a corrente sanguínea. Isso desencadeia uma resposta inflamatória, contribuindo para a obesidade e agravando-a, já que o próprio peso em excesso é uma doença inflamatória”, explica a nutricionista Gisela Savioli, de São Paulo, autora de Tudo Posso, Mas Nem Tudo Me Convém (Edições Loyola).
4. Nem só de dieta glúten-free se faz uma dieta
A perda de peso não está relacionada somente ao corte da proteína. Para emagrecer, você deve seguir recomendações nutricionais, como cortar alimentos processados que são naturalmente ricos em calorias e gorduras. Fique atento e siga um cardápio equilibrado e saudável.
A perda de peso não está relacionada somente ao corte da proteína. Para emagrecer, você deve seguir recomendações nutricionais, como cortar alimentos processados que são naturalmente ricos em calorias e gorduras. Fique atento e siga um cardápio equilibrado e saudável.
5. Em quais alimentos estão presentes o glúten?
Nem todos os grãos contém glúten: amaranto, painço, sarraceno e quinoa são exemplos disso. O glúten também pode estar escondido em alimentos que não imaginamos como hambúrgueres vegetarianos ou saladas e até mesmo em alguns suplementos ou medicamentos. E você não precisa deixar de ir a seus restaurantes preferidos por causa da restrição ao glúten. A indústria alimentícia tem se adaptado cada vez mais às necessidades dietéticas especiais. Além disso, tem crescido consideravelmente o número de restaurantes específicos ao público adepto a dieta sem glúten.
Nem todos os grãos contém glúten: amaranto, painço, sarraceno e quinoa são exemplos disso. O glúten também pode estar escondido em alimentos que não imaginamos como hambúrgueres vegetarianos ou saladas e até mesmo em alguns suplementos ou medicamentos. E você não precisa deixar de ir a seus restaurantes preferidos por causa da restrição ao glúten. A indústria alimentícia tem se adaptado cada vez mais às necessidades dietéticas especiais. Além disso, tem crescido consideravelmente o número de restaurantes específicos ao público adepto a dieta sem glúten.


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